Os justos estão destinados à vida eterna na presença de Deus. O cristão durante a sua vida terrestre experimenta pela fé a presença do Deus invisível, mas na vida vindoura, essa experiência tornar-se-á um fato consumado. O céu é descrito como:
Paraíso, jardim - Ap 2.7; 2 Co 12.4 - fala de descanso;
Casa de meu Pai com muitas mansões - Jo 14.2 - fala de conforto;
O País celestial - Hb 11.13-16 - Fala de cidadania;
Uma cidade - Hb 11.10; Ap 21.2 - Fala de organização.
Esta vida se manifestará em três etapas:
Um estado intermediário de descanso enquanto aguardam a ressurreição;
O juízo das obras, após a ressurreição;
O lar final dos remidos - a Nova Jerusalém - Após o milênio.
estudo das religiões mostra que a alma do homem instintivamente anela pelo céu.
Também o céu é essencial à justiça. Os sofrimentos dos justos sobre a terra e a prosperidade dos ímpios exigem um estado futuro no qual se faça a plena justiça.
Luz e beleza: A nós faltam-nos palavras para expressá-las. Ap 21 e 22 nos dá uma idéia. A toupeira que vive em buracos na terra não imagina como é a vida da águia
Conhecimento: será pleno. No céu o anseio por saber do homem será satisfeito absolutamente, os mistérios do universo, os problemas teológicos. Enfim, gozaremos do conhecimento de Deus, revelado a nós.
Descanso: Pense em tudo que neste mundo provoca fadiga, dor, luta e tristeza, e pense que no céu elas não nos perturbarão.
Servir: Aquele que ao colocar o homem no primeiro paraíso deu-lhe instruções de como cuidar dele, certamente não deixará o homem sem ter o que fazer no segundo. Ap 7.15; 22.3.
Gozo: O maior prazer experimentado neste mundo não se compara com a vida no céu.
Estabilidade: Tudo de bom que existir no céu será eterno.
Prazer social: O homem é um ser social. No céu, nossos amigos não terão falhas!
Comunhão com Cristo: Naquele dia, nós seremos como ele é; os nossos corpos serão como o seu glorioso corpo; nós o veremos face a face; aquele que pastoreou o seu povo no vale de lágrimas, no céu conduzirá este povo de gozo em gozo, de glória em glória, e de revelação em revelação.
destino dos ímpios é estar eternamente separado de Deus e sofrer eternamente o castigo que se chama a segunda morte. O inferno é lugar de:
Extremo sofrimento: Ap 20.10
Onde é sentido o remorso: Lc 16.19-31
Inquietação: Lc 16.24
Vergonha e desprezo; Dn 12.2
Vil companhia: Ap 21.8
Desespero: Pv 11.7; Mt 25.41
Universalismo - Ensina que no fim todos os homens serão salvos, argumentando que Deus é amoroso demais para excluir alguém do céu. Essa afirmação é refutada em Rm 6.23; Lc 16.19-31; Jo 3.36.
Restauracionismo - Ensina que o inferno não é eterno, mas uma experiência temporária que tem por fim purificar o pecador para que ele possa entrar no céu. Se isto fosse verdade, o inferno teria mais poder do que o Sangue de Cristo.
O segundo período probatório - Ensina que no tempo entre a morte e a ressurreição, terão outra oportunidade para aceitar a salvação. A Bíblia afirma que ao morrer, o homem, tem o seu destino traçado, Hb 9.27
Aniquilamento - ensina que Deus aniquilará os ímpios.
—————